Era uma vez um raio de sol
Rubro, charmoso, com ar de menino
Faceira fagulha, filete de sol
Era uma vez, Apolo menino
Num belo dia, a linda faísca
Brincando, brilhando, deitou-se no céu
E bem à tardinha, quando a D’alva pisca
O cisco sol caiu lá do céu
Ouvindo o som de um violão
Correu-se a terra num raio dourado
Bailou gracioso, e de supetão
Entrou num umbigo apertado
No ventre quentinho cochilou
E pôs a sonhar nove meses então
E ao acordar, pra sempre ficou
Conosco, o faísco, Francisco, João
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